segunda-feira, julho 24, 2017

domingo, julho 23, 2017

Terrorista russo Ageev: “Erofeev foi liquidado. Assassinado”.

Na sequência da visita à Ucrânia da Svetlana Ageeva, a mãe do terrorista russo Victor Ageev, este fez uma revelação importante: o capitão do GRU Yevgeny Erofeev, capturado na Ucrânia em maio de 2015, foi liquidado na Rússia, já após a sua troca pela Nádia Savchenko.

Você ouviu o que aconteceu com [capitão] do GRU Erofeev, quando ele voltou? – começou Ageev. – Ele foi simplesmente liquidado. Assassinado”. “Como você sabe?” – “Eu sei com certeza. Todos falam sobre isso: lá e cá, deste lado. Todos sabem que isso o que fizeram com ele. Porque falou demais”. – “Mas isso é propaganda, assim geralmente intimidam na guerra”. “Não, – insistia o cabo de 23 anos. – Não iriam falar sem uma razão. Tenho certeza. Embora já não tenho a certeza de nada... Quero apenas que me tirem daqui”.

Pela primeira vez a informação sobre liquidação do Erofeev apareceu na Internet em maio de 2016, a notícia dizia que Erofeev foi abatido na entrada da sua casa na cidade russa de Togliatti. Na altura o serviço de imprensa regional do Ministério do Interior russo informou que nada sabe sobre o assunto. Apenas uma única coisa é certa, desde a sua troca pela Nádia Savchenko, capitão do GRU, cidadão russo Yevgeny Erofeev nunca mais foi visto, nem vivo, nem morto...

Blogueiro: o caso realmente pode ser tanto verídico, como a propaganda. Se realmente FSB/GRU liquidou Erofeev, fizeram isso com o propósito claro de intimidar todos os outros mercenários e terroristas russos que participam na guerra contra Ucrânia: “morram em combate ou fiquem de bico calado se/quando forem capturados”. Se Erofeev realmente não está morto, também será um revés ao GRU: “cantou e ficou vivo”. De qualquer maneira, mais uma vez se revela como verídica a máxima: o terrorista russo capturado na Ucrânia só fica seguro na cadeia ucraniana. 

RIP Zoltan Balozh da 128ª Brigada das FAU

No dia 18 de junho, nos arredores de Zaytseve na Donbas morreu jovem ucraniano de origem húngara, Zoltan Balozh (22), militar da 128ª Brigada das FAU e natural da Transcarpátia ucraniana.

A informação, divulgada pela página regional, Mukachevo.net, foi oficialmente confirmada pela liderança militar da 128ª Brigada das Forças Armadas da Ucrânia (FAU).

No decorrer dos combates noturnos em que as forças russo-terroristas usaram morteiros e/ou RPG, Zoltan, que estava de vigia, foi atingido pelos estilhaços que resultaram em ferimentos que ceifaram a sua jovem vida.
Zoltan morreu. Estilhaço no coração. Não façam postagens e comentários pretensiosos. Apenas recordar. Desculpe, amigo, por tudo”, - escreveu na sua página do Facebook, o jornalista ucraniano Volodymyr Runets, citado pela página ucraniana Censor.net.ua

Este lindo jovem não precisava abolição dos vistos com a UE para viajar até Europa. Ucraniano de origem húngara, natural da vila fronteiriça de Vynohradove, falante fluente de húngaro, ele poderia se mudar para Hungria, encontrar lá um bom trabalho, permissão de residência, a segunda nacionalidade, na nossa época mercantil ninguém o condenaria por isso. Estaria perto de casa e na Europa, mesmo trabalhando fisicamente, ganharia bem mais do que ganhava na Ucrânia...
Assim o corpo do Zoltan Balozh é recebido na sua terra natal na Transcarpátia
Mas ele não deixou o seu país. Ele acreditava que a sua Pátria é o jovem estado ucraniano, ainda com muitos problemas por resolver. Para um jovem de 22 anos, a honra estava acima do seu bem-estar pessoal. Ele agiu como um verdadeiro europeu. Foi para a guerra para defender a liberdade de todos os ucranianos, fui à Donbas, saindo da sua confortável e tranquila cidade turística, foi até o lugar onde o perigo é diário. E ontem (18/07/2017), foi morto na batalha. Agora permanecerá para sempre como herói da Ucrânia... Não podemos esquecer estes nomes... Não devemos esquecer todos aqueles que continuam a lutar, não podemos esquecer o preço exorbitante que pagam, por todos nós, as PESSOAS extraordinárias e altruístas... (por Yuriy Butusov).

sábado, julho 22, 2017

Mãe do mercenário russo encontra filho na cadeia ucraniana

O jornalista russo Pavel Kanygin, na companhia da cidadã russa Svetlana Ageeva, visitaram o filho desta, cabo das FA russas no ativo, Victor Ageev, detido na cadeia SIZO ucraniana na cidade de Starobelsk, na região de Kharkiv.

Primeiro, a mãe falou com filho na presença dos jornalistas, apenas ocidentais, mais o russo Pavel Kanygin, afinal, Svetlana Ageeva exigiu (Sic!) que a imprensa ucraniana não esteja presente no seu encontro com o filho e SBU consentiu essa exigência, impensável, na maioria das situações semelhantes, depois deste enconro, as autoridades ucranianas permitiram que mãe e filho fiquem conversar à sós.
Svetlana Ageeva trouxe ao filho doces e roupa. O mercenário russo está em boa forma física, embora é visível que está bastante nervoso, a visita da mãe foi uma surpresa para ele, os dois não se viam por quase quatro meses. Ele agradeceu a oportunidade de se encontrar com a mãe.

Como escreve Pavel Kanygin, desde a sua prisão em 24 de junho de 2017, Ageev não recebeu nenhuma visita do nenhum responsável russo, embora a Rússia possui o consulado ativo na cidade de Kharkiv. Svetlana Ageeva conta que não recebeu nenhuma resposta ao seu apelo público ao presidente russo e aos ministros da defesa e dos negócios estrangeiros. Embora nas vésperas da visita à Ucrânia (3 dias atrás), recebeu um telefonema do FSB em que foi lhe aconselhado à “ter cuidado na Ucrânia”.
As únicas autoridades que ajudaram organizar o encontro são Administração Presidencial da Ucrânia e a secreta ucraniana SBU. Que, deve ser dito, cumpriram todas as suas promessas, que fizeram à mãe do terrorista detido.

Bastante interessante é ouvir o que a mãe do terrorista russo detido tem à dizer sobre a sua percepção da situação atual em que se encontra o seu filho e o tratamento que ela e o seu filho recebem na Ucrânia, país à onde Victor Ageev foi ilegalmente para matar os ucranianos e destruir a infra-estrutura da região ocupada.
Svetlana Ageeva (SA): “o que vi em dois dias após estar na Ucrânia: a recepção tolerante; tratamento amigável; tentaram me dar a atenção; alojaram no hotel; tratamento é muito bom, humano; as pessoas tratam do nosso caso; sinto que estão tratar do nosso caso e estou muito grata”.

SA (ao filho): eu quero muito para que você volte para casa.
Victor Ageev (VA): eu também quero...
SA: ...tirar as ilações...
VA: não vou conseguir esquecer...

Pavel Kanygin (PK): diga, então, pelo menos uma ilação [que retirou do caso]!
SA: as pessoas não devem atirar uns contra outros ... não devem estar em guerra, mas na amizade... políticos devem pensar nisso... a imprensa...
PK: mesmo Solovyov e Kiselev? [os propagandistas russos mais assanhados na propaganda anti-ucraniana que roça abertamente e xenofobia].
SA: com toda o respeito sim... não se deve atirar a lenha à fogueira e precisa fazer o esforço na direção um ao outro... não se pode viver assim... é assim meu filho [se dirigindo ao filho].

Formalmente acusado de terrorismo

O chefe do SBU, general Vasyl Hrytsak, disse na conferência de imprensa, decorrida neste sábado em Kyiv que “as ações do Ageev são qualificados de terrorismo”. O general Hrytsak também informou que o respetivo processo-crime será concluído em breve.

O próprio Victor Ageev confirmou publicamente ser um militar russo no ativo: «Sou militar. Unidade № 65246» (aquartelada na cidade de Novocherkassk, regimento de comunicações e Centro de formação de força aérea e cósmica do exército russo). O mesmo foi dito pela sua mãe, com toda a convicção e com diversos pormenores, desde o primeiro dia em que se soube da detenção do mercenário russo na Ucrânia.

Apesar de todas essas evidências, as forças separatistas e autoridades russas teimam em não reconhecer o óbvio: a dita “lnr” continua a dizer que Ageev é “cidadão da lnr”; e o serviço de imprensa da Circunscrição Militar Sul (YuVO) afirma que “desde a primavera de 2016 Ageev passou à reserva e não tem mais a relação com o serviço militar [russo]”.

Nunca esquecer, nunca perdoar!
A ucraniana Iryna Dovhan maltratada publicamente em Donetsk. Fotos @Maurício Lima (NYT)

sexta-feira, julho 21, 2017

A visualização cartográfica da invasão russa na Ucrânia

Na Internet aos europeus foi mostrada a extensão exata do território ucraniano invadido e ocupado pela Rússia e pelas forças russo-terroristas, criados, organizados e armados pelo Kremlin.

Afro-ucraniana Angelina Dias: «Zhyve Belarus!» (12 fotos)

A ativista e modelo afro-ucraniana, Angelina Dias, efetuou a performance solitária na conferência de imprensa conjunta dos presidentes da Ucrânia e da Belarus em Kyiv.
A ativista correu topless em frente das câmaras televisivas, gritando «Zhyve Belarus!» (Viva Belarus!). As mesmas palavras estavam escritas no seu peito.
O movimento ucraniano pseudo-feminista «FEMEN» afirmou nas redes sociais que «dessa maneira expressou a sua atitude para com a visita do ditador belaruso à Ucrânia [...] a pessoa que no sei país mata, sequestra as pessoas e suprime todo o pensamento diferente”, informa a página belarusa Charter97.
A jovem se chama Angelina Dias, tem 26 anos, vive em Kyiv e estuda na Universidade Pedagógica Drahomanov. É ativista da F. desde 2009, em 2015 participou na ação contra a homofobia junto ao Parlamento da Ucrânia. Em 2016, em frente da embaixada da Alemanha, juntamente com as colegas, estava partir uma peça do Murro de Berlin, protestando contra “obstrução ao regime de isenção de vistos com a UE” (fonte e fotos).
Blogueiro: dado que na Ucrânia não é nada fácil entrar numa conferência de imprensa do qualquer governante, muito menos o presidente da república e dado que o grupo “FEMEN” está ligado aos alguns deputados do atual “Bloco de Oposição”, surge a pergunta: quem e para que permitiu a entrada da Angelina no evento? Para já surge apenas a única ideia: isso foi feito para tentar perturbar, de alguma maneira, a relação bastante harmoniosa entre a liderança ucraniana e o seu vizinho da Belarus. Sem dúvida, o último ditador da Europa, mas que não pode e não deve ser confrontado pela Ucrânia. Realpolitik, nothing personal.

quinta-feira, julho 20, 2017

Exposição Fotográfica «Promka» em Lisboa

Nos dias 24 de julho à 4 de agosto no Palácio da Independência, no Largo São Domingos № 11 em Lisboa decorrerá a exposição fotográfica «PROMKA»: a série de fotos tiradas na região mais perigosa da linha da frente na guerra na Ucrânia, na zona industrial da cidade de Avdiivka.
A exposição inclui 30 fotos a preto-e-branco e cerca de 20 retratos dos combatentes, tirados com a câmara fotográfica do tipo Polaroid. A mensagem principal desta exposição é mostrar as circunstâncias em que os militares ucranianos protegem não só a Ucrânia, mas a toda a fronteira leste da Europa. O projeto fotográfico «PROMKA» já foi exibido em várias capitais europeias, nomeadamente Genebra, Zurique, Munique e Varsóvia, no futuro próximo será levado ao Reino Unido e aos EUA.
A exposição será exibida por iniciativa dos jovens ucranianos que estudam e trabalham em Portugal e com o apoio de Embaixada da Ucrânia em Portugal. Durante a exibição está planeado o diálogo dos visitantes com o autor das fotografias, o fotógrafo de guerra ucraniano Lesko Kromplitz.
Fotos da exposição anteriormente exibida no Porto

O shopping que se tornou a cadeia dos prisioneiros políticos da Venezuela

O El Helicoide, em Caracas, foi desenhado para ser o primeiro centro comercial do mundo, aberto à circulação automóvel (“drive-through”), mas acabou por transformar-se numa prisão dos prisioneiros políticos do regime bolivariano da Venezuela.
Entre as barracas do Bairro de San Agustín, na capital da Venezuela, destaca-se um edifício de aspeto espacial, que foi desenhado pelo estúdio de arquitectura Arquitectura y Urbanismo C.A., de responsabilidade do arquiteto Jorge Romero Gutiérrez, inspirado na Torre de Babel e no planetário proposto por Frank Lloyd Wright’s, o Gordon Strong Automobile Objective.
Centro comercial no projeto arquitetónico
A história deste estranho edifício – cujos planos de construção previam 320 lojas e dois elevadores, bem como rampas de duas faixas é descrita num livro publicado pelas historiadoras Celeste Olalquiaga e Lisa Blackmore, “Downward Spiral: El Helicoide’s Descent from Mall to Prison” (“Espiral Descendente: A Passagem do El Helicoide de Centro Comercial a Prisão”, em tradução livre).
Fala click para ver mais
As obras iniciaram-se, em 1956, numa altura em que a companhia petrolífera estatal da Venezuela, apoiada pelo Governo da época, apresentou ganhos significativos, relativos à venda de petróleo aos aliados da Segunda Guerra Mundial.
No shopping planeava-se construir um stand de venda de carros e peças de reposição, posto de gasolina e de lavagem de carros, além da oficina de reparações. Supunha-se que El Helicóide ia se tornar o pioneiro no uso de elevadores, o que iriam se mover entre os níveis do centro sob um ângulo. Além disso, ao dispor dos visitantes deveriam estar as salas de exposições, ginásio, piscina, pista de bowling, um parque infantil e um cinema com sete salas. Uma estação própria de radio iria transmitir os anúncios de eventos e ofertas especiais.
E o valor do projeto foi então reconhecido um pouco por todo o mundo. O poeta Pablo Neruda, segundo conta o Business Insider citado pelo Jornal Económico, chegou mesmo a chamar-lhe “uma das criações mais refinadas a sair da mente de um arquiteto”. Salvador Dali queria que seu trabalho seja exibido no Centro, que prometia ser o mais moderno espaço comercial da década 1950. 
Apesar da informação circulante, o projeto foi apenas começado em outubro de 1958, já depois do colapso do regime do general Pérez Jiménez. O chefe da junta militar provisória, almirante Wolfgang Larrazábal deu o seu aval ao arranque da construção, desde que empregue o maior número dos trabalhadores desempregados, a parte do plano nacional de reconstrução. Durante próximos 1,5 anos, cerca de 1.500 trabalhadores, divididos em três turnos laboravam na construção do projeto. Cuja concepção continuou a recolher os aplausos no exterior. O Museu de Arte Moderna de Nova Iorque realizou uma exposição intitulada “Roads”, que enfatizou a integração da arquitectura do El Helicóide no design da estrada – um aspeto inédito até a época. Até que em 1961 os trabalhos da construção pararam completamente.
Votado ao abandono, tornou-se propriedade do Governo em 1976,  tendo também sido utilizado, entre 1979 e 1982, para albergar cerca de 500 famílias desalojadas, que habitavam nos contentores colocados dentro do edifício. Os desalojados viviam em terríveis condições insalubres, no edifício prosperava o tráfico de drogas e funcionavam os diversos bordéis. O assentamento foi liquidado em 1982.
Em 1993 surgiu a ideia de transformar o complexo no Centro do meio ambiente de Venezuela. O arquiteto Dirk Bornhorst escreveu que os arquitetos Julio Coll and Jorge Castillo subiram ao topo da La Roca Tarpeya e durante a meditação “contactaram” com os espíritos dos índios do vale de Caracas. Então, foi lhes “revelado” que no local o centro comercial no passado estava localizado um cemitério tribal. Foi decidido transformar El Helicóide em um centro ambiental, uma forma de pedir as desculpas aos espíritos dos antepassados.
Mas o sonho de criação do Centro de Meio Ambiente não se tornou realidade. Em 1984 o novo governo do presidente Rafael Caldera decidiu usar o edifício como o quartel-general da Dirección de los Servicios de Inteligencia y Prevención (DISIP). Presidente Hugo Chávez manteve o serviço, apenas o rebatizando de Servicio Bolivariano de Inteligencia Nacional (SEBIN), mandando colocar no edifício o Centro de formação dos futuros funcionários dos serviços especiais. Lugar esquecido, El Helicoide, era bastante adequado para alojar os serviços secretos.
SEBIN tomou conta do edifício e o transformou numa prisão para presos políticos, atividade que mantém até hoje. Durante muito tempo, os funcionários da secreta bolivariana ficavam alegres por poderem chegar de carro diretamente aos seus gabinetes, imitando o lendário James Bond. O regime proibia tirar fotos do edifício à partir de qualquer ponto da cidade, quem desobedecia, poderia ser detido pela polícia.
O lugar que na década de 1950 e 1960 deveria se tornar um símbolo do livre comércio, se transformou em uma prisão dos presos políticos.
Atualmente, existem pelo menos 340 prisioneiros políticos naquele edifício, incluindo estudantes que recentemente participaram nos protestos anti-Maduro. E há relatos de antigos prisioneiros que falam de terrores que acontecem no El Helicoide: choques elétricos, espancamentos e enforcamentos por largos períodos de tempo.
Rosmit Mantilla (1982) passou em El Helicóide dois anos, seis meses e oito dias. As forças de segurança o prenderam em 2 maio de 2014 e mandaram à prisão, sob acusação de ligação, nunca provada, às provocações durante as manifestações antigovernamentais daquele ano.
“Todo este tempo eu estava na cela, chamada de “pequeno inferno” – conta Montilla, um funcionário do estado de Táchira e membro do partido de oposição Voluntad Popular. – Na cela 3 x 5 metros estavam detidas 22 pessoas. Nós comíamos lá, dormíamos ali, tomávamos o banhado lá. Nós fomos torturados pela luz ofuscante branca”.
Como explica Montilla, o edifício é gradualmente reconstruído para abrigar mais prisioneiros: “No princípio havia apenas três celas. O resto do espaço era ocupado pela administração. Com o tempo, as instalações administrativas foram convertidas em celas de tortura e outro no qual os prisioneiros foram espancados com choques elétricos ou penduradas para obriga-los à falar”.
No relatório da organização de direitos humanos Foro Penal, intitulado “As repressões do governo venezuelano de janeiro de 2014 à junho de 2016”, são descritos 145 casos de tortura e tratamento desumano de prisioneiros, na maioria dos casos por parte dos funcionários de SEBIN e dos militares da Guarda Nacional da Venezuela.
Fonte @Tropical Babel (em inglês)